Samuel
Macedo
@samuelmacedo_fotografoConheça Samuel Macedo, artista do Banco Badauê. Do Ceará, Samuel fotografa a fé e a festa do povo brasileiro há mais de 25 anos, desde que o avô o ajudou a construir sua primeira câmera.
Estado
CE
Categoria
Fotografia
Samuel
Macedo
Conheça Samuel Macedo, artista do Banco Badauê. Do Ceará, Samuel fotografa a fé e a festa do povo brasileiro há mais de 25 anos, desde que o avô o ajudou a construir sua primeira câmera.
Francisco Samuel Macedo
Diniz
@samuelmacedo_fotografoSamuel Macedo é fotógrafo e viajante cearense com mais de 25 anos de trajetória dedicados ao registro das culturas populares brasileiras. Tudo começou na infância, quando o avô o ajudou a construir sua primeira câmera pinhole. Dali em diante, a imagem nunca mais foi só registro. Foi método, foi escuta, foi forma de estar no mundo. Sua formação se deu na Fundação Casa Grande, Memorial do Homem Kariri, em Nova Olinda, no Ceará, onde desenvolveu um olhar sensível ao etnográfico e ao poético.
Desde então, Samuel percorre o Brasil captando narrativas das gentes desse país, a fé e a festa, a força e a luta de um povo que carrega séculos de história no corpo. Seus trabalhos integraram exposições como Delírio Tropical, curada por Orlando Maneschy e Keyla Sobral, Bloco do Prazer, curada por Marcelo Campos, Amanda Bonan e Bitu Cassundé, e Tomaz Farkas, todomundo, curada por Rosely Nakagawa.
Para Samuel, registrar de perto a fé e a festa do povo do Brasil é sua forma de enaltecer o gingado. E o gingado, para ele, é coragem. A coragem de existir, resistir e celebrar.
Francisco Samuel Macedo
Diniz
Samuel Macedo é fotógrafo e viajante cearense com mais de 25 anos de trajetória dedicados ao registro das culturas populares brasileiras. Tudo começou na infância, quando o avô o ajudou a construir sua primeira câmera pinhole. Dali em diante, a imagem nunca mais foi só registro. Foi método, foi escuta, foi forma de estar no mundo. Sua formação se deu na Fundação Casa Grande, Memorial do Homem Kariri, em Nova Olinda, no Ceará, onde desenvolveu um olhar sensível ao etnográfico e ao poético.
Desde então, Samuel percorre o Brasil captando narrativas das gentes desse país, a fé e a festa, a força e a luta de um povo que carrega séculos de história no corpo. Seus trabalhos integraram exposições como Delírio Tropical, curada por Orlando Maneschy e Keyla Sobral, Bloco do Prazer, curada por Marcelo Campos, Amanda Bonan e Bitu Cassundé, e Tomaz Farkas, todomundo, curada por Rosely Nakagawa.
Para Samuel, registrar de perto a fé e a festa do povo do Brasil é sua forma de enaltecer o gingado. E o gingado, para ele, é coragem. A coragem de existir, resistir e celebrar.
Obras
O que me move é o povo, a força e a luta. Registro de perto a fé e a festa de quem carrega tudo isso com coragem.
”
— Samuel Macedo
Banco Badauê
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O Banco é a galeria digital da Badauê dedicada a revelar e promover artistas visuais contemporâneos com gingado brasileiro.
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