Marcelo
Pinheiro
@cellografiaConheça Marcelo Pinheiro, artista do Banco Badauê. Da Bahia, Marcelo fotografa silhuetas, contraluzes e corpos em movimento com o olhar de cinéfilo que aprendeu a ver antes de fotografar.
Estado
Bahia
Categoria
Fotografia
Marcelo
Pinheiro
@cellografiaConheça Marcelo Pinheiro, artista do Banco Badauê. Da Bahia, Marcelo fotografa silhuetas, contraluzes e corpos em movimento com o olhar de cinéfilo que aprendeu a ver antes de fotografar.
Estado
Bahia
Categoria
Fotografia
Marcelo Rios de Araujo
Pinheiro
@cellografiaMarcelo Pinheiro começou a fotografar há pouco mais de um ano e meio. Autodidata, comprou uma câmera e foi estudando sozinho, mas o olhar que trouxe para a fotografia vem de muito antes: do amor ao cinema, cultivado desde a infância. É dessa bagagem cinéfila que nasce uma fotografia atenta à composição, ao enquadramento, à relação entre o corpo e o espaço.
Seu trabalho transitou da arquitetura e das formas geométricas para a fotografia documental e humanista, onde encontrou sua voz. Silhuetas e contraluzes são seus elementos narrativos preferidos, recursos que permitem falar de movimento, passagem, contemplação e pausa sem precisar mostrar tudo. Uma fotografia que deixa espaço para o que não se diz.
O que Marcelo busca nas imagens é o diálogo entre os corpos e os espaços que habitam, a melancolia e a solidão que convivem com a alegria que encontra em pessoas e lugares. Para ele, o gingado brasileiro é expressão. E sua câmera é o instrumento com que ele aprende, ainda, a nomeá-la.
Marcelo Rios de Araujo
Pinheiro
@cellografiaEstado
Bahia
Categoria
Fotografia
Marcelo Pinheiro começou a fotografar há pouco mais de um ano e meio. Autodidata, comprou uma câmera e foi estudando sozinho, mas o olhar que trouxe para a fotografia vem de muito antes: do amor ao cinema, cultivado desde a infância. É dessa bagagem cinéfila que nasce uma fotografia atenta à composição, ao enquadramento, à relação entre o corpo e o espaço.
Seu trabalho transitou da arquitetura e das formas geométricas para a fotografia documental e humanista, onde encontrou sua voz. Silhuetas e contraluzes são seus elementos narrativos preferidos, recursos que permitem falar de movimento, passagem, contemplação e pausa sem precisar mostrar tudo. Uma fotografia que deixa espaço para o que não se diz.
O que Marcelo busca nas imagens é o diálogo entre os corpos e os espaços que habitam, a melancolia e a solidão que convivem com a alegria que encontra em pessoas e lugares. Para ele, o gingado brasileiro é expressão. E sua câmera é o instrumento com que ele aprende, ainda, a nomeá-la.
Obras
“"Busco traduzir na fotografia o que sinto em relação ao mundo, entre melancolia e solidão, mas também a alegria que encontro nas pessoas e nos lugares."”
— Marcelo Pinheiro
Banco Badauê
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O Banco é a galeria digital da Badauê dedicada a revelar e promover artistas visuais contemporâneos com gingado brasileiro.
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