Juliana
Nonaka
@juliananonaka_fotografiaConheça Juliana Nonaka, artista do Banco Badauê. De Brasília, Juliana fotografa o que o poder não enquadra: o misticismo, o cerrado e o gingado que sempre estiveram lá.
Estado
DF
Categoria
Fotografia
Juliana
Nonaka
Conheça Juliana Nonaka, artista do Banco Badauê. De Brasília, Juliana fotografa o que o poder não enquadra: o misticismo, o cerrado e o gingado que sempre estiveram lá.
Juliana Nonaka Aravechia
Costa
@juliananonaka_fotografiaJuliana Nonaka é fotógrafa e artista visual nascida em São Paulo e residente no Distrito Federal desde 1983. De origem oriental, encontrou na paixão familiar pela fotografia o impulso para construir sua própria linguagem visual. Após anos atuando na fotografia comercial, migrou para a fotografia autoral movida pela necessidade de expressão artística e posicionamento político. Seus trabalhos já foram expostos em espaços como o STJ e o TRF1 e, atualmente, investiga as relações entre imagem e cultura popular brasileira.
Seu olhar se volta especialmente para a cultura cerratense e suas manifestações, revelando a riqueza do sincretismo religioso e das tradições que habitam o Planalto Central muito antes de qualquer projeto de capital. Entre seus projetos recentes estão as séries sobre o Vale do Amanhecer, lugar de devoção mística e identidade espiritual genuinamente brasileira, e o Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, Centro Tradicional de Invenção Cultural de Brasília, onde o sagrado e o popular nascem da mesma fonte.
Com sua câmera, Juliana constrói um arquivo sensível e político da diversidade que o Brasil carrega. E prova, imagem a imagem, que o gingado também vive no cerrado, entre ritual, misticismo e devoção.
Juliana Nonaka Aravechia
Costa
Juliana Nonaka é fotógrafa e artista visual nascida em São Paulo e residente no Distrito Federal desde 1983. De origem oriental, encontrou na paixão familiar pela fotografia o impulso para construir sua própria linguagem visual. Após anos atuando na fotografia comercial, migrou para a fotografia autoral movida pela necessidade de expressão artística e posicionamento político. Seus trabalhos já foram expostos em espaços como o STJ e o TRF1 e, atualmente, investiga as relações entre imagem e cultura popular brasileira.
Seu olhar se volta especialmente para a cultura cerratense e suas manifestações, revelando a riqueza do sincretismo religioso e das tradições que habitam o Planalto Central muito antes de qualquer projeto de capital. Entre seus projetos recentes estão as séries sobre o Vale do Amanhecer, lugar de devoção mística e identidade espiritual genuinamente brasileira, e o Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, Centro Tradicional de Invenção Cultural de Brasília, onde o sagrado e o popular nascem da mesma fonte.
Com sua câmera, Juliana constrói um arquivo sensível e político da diversidade que o Brasil carrega. E prova, imagem a imagem, que o gingado também vive no cerrado, entre ritual, misticismo e devoção.
Obras
Procuro divulgar a cultura do cerrado, a cultura cerratense, como costumamos dizer. Rica e diversa, marcada pela relação harmoniosa entre os povos tradicionais e o bioma.”
— Juliana Nonaka
Banco Badauê
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O Banco é a galeria digital da Badauê dedicada a revelar e promover artistas visuais contemporâneos com gingado brasileiro.
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